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	<title>Planet MSX Brasil</title>
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		<title type="html">Post sem titulo, mas com conteudo</title>
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		<updated>2010-03-09T02:00:00+00:00</updated>
		<content type="html">Por um lado, provavelmente nunca farei algo que seja grandioso, apreciado pelas pessoas e ovacionado pelas massas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, nao apenas o sustento, mas um provavel conforto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida nao da pra se ter tudo...Muitos lugares e pessoas se vao, mas o show tem que continuar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz ou triste? A dualidade da mudança...&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;img width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12317162-2183514900257479917?l=tabajara-labs.blogspot.com&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</content>
		<author>
			<name>Alexandre Souza - PU1BZZ</name>
			<email>noreply@blogger.com</email>
			<uri>http://tabajara-labs.blogspot.com/</uri>
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			<title type="html">O pior do meu mau humor</title>
			<subtitle type="html">O portal das ideias confusas</subtitle>
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			<updated>2010-03-10T01:30:09+00:00</updated>
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		<title type="html">Um Retrato da Depressao</title>
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		<updated>2010-03-07T22:39:02+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;img src=&quot;http://www.caetano.eng.br/pecado/rss/files/depressao1.jpg&quot; class=&quot;fr&quot; /&gt;
&lt;p&gt;
Uma querida conhecida est&amp;aacute; passando por uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o muito dif&amp;iacute;cil e, em uma longa conversa com ela, eu tive oportunidade de relembrar um dos momentos mais dif&amp;iacute;ceis da minha vida. N&amp;atilde;o sei quantos de voc&amp;ecirc;s que me leem j&amp;aacute; passaram pela incomensuravelmente dolorosa experi&amp;ecirc;ncia da depress&amp;atilde;o, mas espero que bem poucos de voc&amp;ecirc;s tenham passado por isso... ou venham a passar.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
N&amp;atilde;o &amp;eacute; uma lembran&amp;ccedil;a que me traga qualquer tipo de sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ruim; em parte, at&amp;eacute; pelo contr&amp;aacute;rio. Por quase dois anos eu travei uma luta infinita com a depress&amp;atilde;o e, sozinho, quase perdi a batalha para sempre. Tinha muito a agradecer ao m&amp;eacute;dico que me ajudou a cur&amp;aacute;-la, n&amp;atilde;o tivesse ele feito o que fez com meu pai, eximindo-se da responsabilidade de trat&amp;aacute;-lo quando surgiram os primeiros sinais do diagn&amp;oacute;stico de c&amp;acirc;ncer.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Mas... defeitos todos temos. A contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dele para minha vida, por&amp;eacute;m, foi digna de nota e, assim, h&amp;aacute; gratid&amp;atilde;o. Se s&amp;atilde;o as pessoas especiais que nos ensinam como viver, ele foi uma delas. Houve uma pessoa em minha vida que me mostrou um caminho para a mente, o corpo e a alma. E ele me mostrou que as coisas tinham de ser ainda um pouco diferentes do que eu havia imaginado.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
O que aprendi com essas pessoas e com a experi&amp;ecirc;ncia - isto &amp;eacute;, quebrando a cara - &amp;eacute; que a nossa vida &amp;eacute; como um rio. Ainda que algumas pessoas pensem que o rio n&amp;atilde;o tem um prop&amp;oacute;sito espec&amp;iacute;fico, na verdade ele tem o prop&amp;oacute;sito que n&amp;oacute;s lhe atribu&amp;iacute;mos. Com a nossa vida &amp;eacute; a mesma coisa: n&amp;oacute;s atribu&amp;iacute;mos um sentido &amp;agrave; ela, seja quando escolhemos nossa profiss&amp;atilde;o, quando escolhemos uma namorada ou esposa, quando escolhemos uma vida de viagens ou enraizada&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Cada pessoa faz o que bem entende com seu rio. Algumas pessoas escolhem construir uma represa, cultivar animais aqu&amp;aacute;ticos... algumas resolvem at&amp;eacute; murar seu rio. H&amp;aacute;, ainda, pessoas que decidem que seu rio serve para aplacar a sede de outrem. Cada uma dessas escolhas tem suas beneces e seus perigos e n&amp;atilde;o h&amp;aacute;, em princ&amp;iacute;pio, como falar em &amp;quot;melhor&amp;quot; ou &amp;quot;pior&amp;quot;, &amp;quot;certo&amp;quot; ou &amp;quot;errado&amp;quot;. H&amp;aacute; apenas &amp;quot;diferente&amp;quot;.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Hoje falarei sobre as pessoas que decidem que seu rio, sua vida, ser&amp;aacute; uma vida de doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou seja, pessoas que colocam o bem-estar alheio acima do pr&amp;oacute;prio, independente de ela conseguir o resultado que deseja - ajudar efetivamente - ou n&amp;atilde;o. Ningu&amp;eacute;m precisa ser padre/freira ou ter uma entidade beneficente para ter uma vida de doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
O fato &amp;eacute; que essas pessoas possuem uma tend&amp;ecirc;ncia natural de darem cada simples gota de energia de seu corpo e de sua alma, seja naquilo que fazem, envolvendo pessoas ou n&amp;atilde;o. Essas pessoas se sentem bem com isso, com o fato de proporcionarem bem estar, de ajudarem algu&amp;eacute;m, ainda que na maioria das vezes n&amp;atilde;o haja reconhecimento algum - o objetivo n&amp;atilde;o &amp;eacute; obter reconhecimento, &amp;eacute; se sentir parte do processo.
&lt;/p&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.caetano.eng.br/pecado/rss/files/depressao2.jpg&quot; class=&quot;fl&quot; /&gt;
&lt;p&gt;
O problema &amp;eacute; que todo rio tem uma capacidade m&amp;aacute;xima para a tomada de &amp;aacute;gua, isto &amp;eacute;, existe um limite para a quantidade de &amp;aacute;gua que se pode retirar de um rio sem comprometer sua perenidade, sem comprometer sua vida. Quando um rio &amp;eacute; muito exigido, quando &amp;eacute; retirada &amp;aacute;gua al&amp;eacute;m de sua capacidade, seu ciclo de vida &amp;eacute; alterado, mudan&amp;ccedil;as ocorrem nele e em seu entorno, que levam fatalmente ao esgotamento da capacidade do mesmo, podendo at&amp;eacute; secar a nascente.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
A analogia com os seres humanos &amp;eacute; direta. Existe um limite para o quanto podemos &amp;quot;nos doar&amp;quot;, ainda que queiramos muito fazer o bem aos outros. Sentir que est&amp;aacute; fazendo o certo n&amp;atilde;o &amp;eacute; garantia da perenidade, assim como matar a sede da crian&amp;ccedil;a hoje n&amp;atilde;o significa que ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel repetir o feito amanh&amp;atilde;. A nascente pode ter secado at&amp;eacute; l&amp;aacute;, se os cuidados devidos n&amp;atilde;o forem tomados.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Se controlado, um indiv&amp;iacute;duo pode ter uma vida dedicada &amp;agrave;quilo que lhe faz bem. Descontrolado, por&amp;eacute;m, suas energias se v&amp;atilde;o, rapidamente, e, no final, ele ter&amp;aacute; conseguido fazer muito menos do que seria poss&amp;iacute;vel se tivesse mantido o controle. Isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; f&amp;aacute;cil de ver; &amp;eacute; comum que o limite seja transgredido e, com o tempo, as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es no ambiente come&amp;ccedil;am a ser notadas. As altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es causam um ciclo vicioso que empurram a nascente ainda mais rapidamente para sua extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o. E isso acontece conosco tamb&amp;eacute;m. A exaust&amp;atilde;o emocional pode causar o estado conhecido como &lt;strong&gt;depress&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, que &amp;eacute; um ciclo vicioso do qual &amp;eacute; muito, muito dif&amp;iacute;cil sair.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Erroneamente, no meu entender, muitos descrevem a depress&amp;atilde;o como uma tristeza profunda. Eu n&amp;atilde;o a descreveria assim. A tristeza profunda existe, mas ela &amp;eacute; apenas uma consequ&amp;ecirc;ncia: a depress&amp;atilde;o &amp;eacute; como se o inferno se instalasse em sua alma. Voc&amp;ecirc; se torna parte do inferno e o sofrimento &amp;eacute; incomensur&amp;aacute;vel. Aquilo que seria besteira em qualquer outra situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o se torna uma t&amp;aacute;bua de m&amp;aacute;rmore fervente na qual voc&amp;ecirc; precisa se deitar. E, apesar disso, voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o consegue ver raz&amp;atilde;o para n&amp;atilde;o faz&amp;ecirc;-lo. N&amp;atilde;o &amp;eacute; que n&amp;atilde;o parece haver alternativas... &amp;eacute; que todas as alternativas parecem igualmente despropositadas e sofridas.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Toda a capacidade de dicernimento sobre o que &amp;eacute; uma boa dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a sua vida... se perde. Todos os caminhos s&amp;atilde;o de chamas e dor, tudo &amp;eacute; tristeza e o mundo que voc&amp;ecirc; v&amp;ecirc; reflete isso. Voc&amp;ecirc; &lt;strong&gt;est&amp;aacute;&lt;/strong&gt; isso e o mundo se torna um grande espelho.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Cada pessoa precisa encontrar for&amp;ccedil;as para caminhar; a parte mais dif&amp;iacute;cil &amp;eacute; saber, no &amp;iacute;ntimo, que estamos vivendo em uma &amp;quot;Evil Matrix&amp;quot;, que aquilo n&amp;atilde;o &amp;eacute; o mundo de verdade e que, apesar de n&amp;atilde;o parecer haver sa&amp;iacute;da, ela existe &lt;strong&gt;sim&lt;/strong&gt;. E o caminho para ela &amp;eacute; o caminho que escolhermos se quisermos sair, seja ele qual for, desde que o mantenhamos at&amp;eacute; o fim. Quando chegarmos bem perto da borda da &amp;quot;bolha&amp;quot; em que estamos vivendo, ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel ver l&amp;aacute; fora, e entender do que &amp;eacute; feita... e assim ter condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sair.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
O caminho, entretanto, &amp;eacute; &amp;aacute;rido. Cheio de sentimentos de dor e sem referenciais. &amp;Eacute; como andar por um deserto, ap&amp;oacute;s uma duna vem sempre outra duna... e aquilo parece que nunca vai acabar. E se n&amp;atilde;o mantivermos a dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o vai mesmo! &amp;Eacute; preciso manter a dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o pois s&amp;oacute; assim, em algum momento, alcan&amp;ccedil;aremos a borda do deserto. Essa &amp;eacute; a parte mais dif&amp;iacute;cil, pois o processo pode demorar anos - talvez boa parte da vida - e n&amp;atilde;o h&amp;aacute; qualquer tipo de indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de progresso, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; qualquer motiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nada.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Por essa raz&amp;atilde;o, os medicamentos s&amp;atilde;o uma faca de dois gumes. Por um lado, eles permitem que se tenha uma vis&amp;atilde;o um pouco mais &amp;quot;limpa&amp;quot; do mundo real - no fundo eles agem como filtros para a nossa mente, permitindo que notemos algum progresso e nos mantendo mais animados. Por outro lado, eles podem fazer com que a pessoa se disperse e n&amp;atilde;o veja motivos para parar de vagar pelo deserto, para sempre, caindo num processo de depend&amp;ecirc;ncia.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Assim como quem quebra uma perna precisa de uma muleta para caminhar, quando a nossa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o emocional &amp;eacute; &amp;quot;feia&amp;quot;, pode ser que precisemos da medica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas, assim como ningu&amp;eacute;m quer andar de muleta para sempre, &amp;eacute; preciso ter no&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;strong&gt;clara&lt;/strong&gt; de que temos de achar nosso caminho para que n&amp;atilde;o precisemos mais de medicamentos&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;.
&lt;/p&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.caetano.eng.br/pecado/rss/files/depressao3.jpg&quot; class=&quot;fr&quot; /&gt;
&lt;p&gt;
&amp;Eacute; preciso ter esse desejo racional e bem arraigado, porque estes rem&amp;eacute;dios afetam nossa capacidade de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m. Se o efeito depressivo nos faz ver tudo horr&amp;iacute;vel, eles t&amp;ecirc;m uma tend&amp;ecirc;ncia a nos fazer ver tudo &amp;quot;bom&amp;quot;. E isso pode ser ainda mais perigoso, porque a falta de par&amp;acirc;metro continua, mas tamb&amp;eacute;m podem sumir o instinto de sobreviv&amp;ecirc;ncia, o amor pr&amp;oacute;prio e, com isso, criar uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda pior que a original. &amp;Eacute; preciso muita responsabilidade para receitar tais medicamentos e, ainda mais, para tom&amp;aacute;-los.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Eu passei por isso do meio de 2003 at&amp;eacute; o in&amp;iacute;cio de 2005; consumi medicamentos do meio de 2004 at&amp;eacute; o fim de 2004, quando juntamente com o m&amp;eacute;dico decidi que j&amp;aacute; tinha for&amp;ccedil;as para continuar adiante mesmo sem ainda ver a luz no fim do tunel. Foi um momento dif&amp;iacute;cil, onde as pessoas de fora n&amp;atilde;o podiam me ajudar e preferia ter podido estar longe delas, para n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;-las machucado.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Apesar de todas estas lembran&amp;ccedil;as dif&amp;iacute;ceis, eu fico feliz de poder olhar para tr&amp;aacute;s e ver que eu superei tudo isso. E serei eternamente grato &amp;agrave; for&amp;ccedil;a de uma  ... [para ver o resto, v&amp;aacute; at&amp;eacute; a p&amp;aacute;gina!]&lt;/p&gt;</content>
		<author>
			<name>Daniel Caetano</name>
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		</author>
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			<title type="html">PECADO</title>
			<subtitle type="html">Personal Catalogued Dossie</subtitle>
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		<title type="html">Como é viver na civilização?</title>
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		<updated>2010-03-07T19:59:34+00:00</updated>
		<content type="html">Hoje eu fui a Campinas...&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O tal do café da Starbucks é MUITO BOM. E nao é apenas o café. É a embalagem inteligente, as canequinhas a venda, o ambiente, o tratamento dos funcionarios, o serviço em geral. Nao é muito barato, mas eu fiquei verdadeiramente encantado. Recomendo!&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tomei o tal sorvete da Haagen-Dasz. Era algo que eu queria a muito tempo. 17 reais por um copinho com duas miseras bolinhas de sorvete e cobertura de chocolate. Nada de especial, nao vi nada assim, &quot;que sorvete&quot;. Preferia ter pago 7 reais num pote de 2 litros de napolitano. Nao recomendo.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Campinas é uma cidade bacana :D&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;img width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12317162-4726740463549483895?l=tabajara-labs.blogspot.com&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</content>
		<author>
			<name>Alexandre Souza - PU1BZZ</name>
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			<title type="html">O pior do meu mau humor</title>
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		<title type="html">Mais mágicas com calculadoras</title>
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		<id>tag:blogger.com,1999:blog-6306509703738480474.post-44272255538823634</id>
		<updated>2010-03-07T03:00:00+00:00</updated>
		<content type="html">Quando eu era criança, a mágica que eu mais gostava era aquela onde o ilusionista serra a assistente ao meio. Acho que a graça era tentar entender como ele fazia aquilo, levei um tempão para &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Sawing_a_woman_in_half&quot;&gt;descobrir o truque&lt;/a&gt;. Usando uma calculadora também temos um truque parecido, mas ao invés de serrar uma assistente, vamos cortar um número em dois!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/ricbit_magico2-763948.jpg&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/ricbit_magico2-763908.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Para começar essa mágica, peça para a criança digitar o número mágico 142857 na calculadora:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/calc_06-710954.jpg&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;70&quot; src=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/calc_06-710939.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Agora peça para que ela multiplique esse número por dois:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/calc_05-742456.jpg&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;72&quot; src=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/calc_05-742440.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Olha só! Você cortou o número ao meio e juntou as partes ao contrário, 14-2857 virou 2857-14!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora peça para ela digitar novamente o número mágico e multiplicar por três:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/calc_04-789818.jpg&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;72&quot; src=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/calc_04-789803.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Ahá! Novamente você cortou o número ao meio, 1-42857 virou 42857-1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode continuar a mágica a partir daqui, esse truque funciona com todos os múltiplos até 6:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;142857 * 1 = 142857&lt;/div&gt;&lt;div&gt;142857 * 2 = 285714&lt;/div&gt;&lt;div&gt;142857 * 3 = 428571&lt;/div&gt;&lt;div&gt;142857 * 4 = 571428&lt;/div&gt;&lt;div&gt;142857 * 5 = 714285&lt;/div&gt;&lt;div&gt;142857 * 6 = 857142&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente, a parte díficil desse truque é memorizar o número mágico. Quando você está cercado de crianças barulhentas, não é fácil lembrar 142857! Mas, felizmente, você não precisa decorar o número. É só lembrar que ele é a dizíma periódica de 1/7, e você pode usar a própria calculadora para calcular a dízima:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1/7 = 0.142857142857142857...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta natural é: tem outras dízimas com essa propriedade, ou o 142857 é especial? Espantosamente, existem sim outros números. Eles tem até nome: são os &lt;b&gt;números cíclicos&lt;/b&gt;. Para achar esses outros números, vale a pena entender porque o 1/7 funciona, e para isso é só observar o comportamento da dízima no algoritmo de divisão longa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/conta_lousa-780571.jpg&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;193&quot; src=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/conta_lousa-780568.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Você começa dividindo o número 1, e sempre que o resto é menor que 7, coloca um zero atrás e continua. Note que, quando você divide por 7, só tem sete restos possíveis: 0, 1, 2, 3, 4, 5 e 6. Se o resto for zero em algum momento, a divisão acaba e o resultado é exato. Mas se em algum momento o resto repetir, ou seja, for igual a algum resto que já apareceu antes, então você tem uma dízima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números cíclicos são formados por divisões de período máximo. Como você nunca pode ter um zero de resto, então no caso da dízima de 7, o maior período possível seria seis (felizmente é o caso). Você começa com o resto 1, e quando chega no 1 de novo começa a repetir, como no diagrama abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/conta_lousa3-793797.jpg&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;194&quot; src=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/conta_lousa3-793794.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Veja como agora dá pra entender porque os números cíclicos funcionam:&amp;nbsp;142857 é a dízima de 1/7. Se a gente multiplicar 1/7 por dois, teremos 2/7, e a dízima tem que ser o dobro também. Mas se você olhar no diagrama, multiplicar por dois é a mesma coisa que começar a percorrer o diagrama a partir do 2, ao invés de começar no 1. Mas não importa de onde você começa, a seqüência será sempre a mesma, e daí o resultado vai ser uma rotação da dízima original!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/conta_lousa2-744538.jpg&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;194&quot; src=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/conta_lousa2-744535.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sabendo que os números cíclicos são as dízimas de período máximo, já dá pra começar a procurar propriedades desses números. Quais números, além do 7, geram dízimas de período máximo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira coisa que a gente nota é que esses números precisam ser primos. O raciocínio é relativamente simples. Vamos chamar esse número que procuramos de k, e fazer a divisão longa de 1 por k. Os restos da divisão longa formam uma recorrência, onde o primeiro termo é 1, e para os seguintes você coloca um zero no final e acha o resto da divisão por k:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R[0] = 1&lt;br /&gt;R[n] = 10*R[n-1] (mod k)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa recorrência dá pra resolver de cabeça:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R[n] = 10&lt;sup&gt;n&lt;/sup&gt; (mod k)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para termos uma dízima de período máximo, o resto precisa ser 1 novamente quando n=k-1, ou seja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R[k-1] = 10&lt;sup&gt;k-1&lt;/sup&gt; = 1 (mod k)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, do &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Euler's_theorem&quot;&gt;teorema de Euler-Fermat&lt;/a&gt;, nós sabemos que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10&lt;sup&gt;φ(k)&lt;/sup&gt; = 1 (mod k)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde φ(k) é a &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Euler's_totient_function&quot;&gt;função totiente&lt;/a&gt;. Ora, nós sabemos que, quando k é composto, o totiente é sempre menor que k-1, então k não pode ser composto, e portanto é primo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo, então k precisa ser primo, mas qualquer primo serve? Nope. Tem alguns primos que não funcionam, como por exemplo onze. No caso do 11, é verdade que 10&lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt; deixa resto 1, mas logo 10&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt; já tem resto 1 também, então a dízima é muito mais curta que gostaríamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, o segredo desses primos que funcionam é que... hum... ninguém sabe qual o segredo. Esse é um &lt;a href=&quot;http://mathworld.wolfram.com/FullReptendPrime.html&quot;&gt;problema em aberto&lt;/a&gt;. Na verdade, a coisa é tão feia que ninguém sabe nem mesmo se esses primos são finitos ou infinitos. O melhor que podemos fazer é um script que ache os primeiros deles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ricbit.com/code/cyclic.py&quot;&gt;Script em python que acha os primeiros números cíclicos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do sete, o primeiro primo que funciona é o 17, e o número cíclico associado é&amp;nbsp;0588235294117647. Note que esse é um caso onde o zero à esquerda faz diferença! Se a sua calculadora tiver um visor bem grande, dá pra divertir uma criança por um tempão com esse número :)&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;
&lt;img width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306509703738480474-44272255538823634?l=www.ricbit.com&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</content>
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			<name>Ricardo Bittencourt</name>
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			<title type="html">Brain Dump</title>
			<subtitle type="html">O que está passando pela cabeça do Ricbit no momento.</subtitle>
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			<updated>2010-03-09T13:30:18+00:00</updated>
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		<title type="html">Pensamentos</title>
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		<updated>2010-03-06T21:11:03+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;img src=&quot;http://www.caetano.eng.br/pecado/rss/files/pensamento_impublicavel.jpg&quot; class=&quot;fl&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&amp;Agrave;s vezes me encontro em mar revolto, envolvido nas ondas do tempo; ao sabor das correntes me abandono, pela mera curiosidade de saber onde irei me encontrar.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Nestes momentos uma avalanche atinge meus pensamentos, me alimenta de maneira inesperada, encurta as noites de sono, faz o tempo parar.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Minhas m&amp;atilde;os se tornam pena e as letras s&amp;atilde;o minha alma... necessidade de extravasar, drenar o mar. E tudo que se drena s&amp;atilde;o pensamentos... completos, indiscretos, impublic&amp;aacute;veis.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&lt;em&gt;Daniel Caetano&lt;/em&gt;
&lt;/p&gt;</content>
		<author>
			<name>Daniel Caetano</name>
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			<title type="html">PECADO</title>
			<subtitle type="html">Personal Catalogued Dossie</subtitle>
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			<updated>2010-03-08T00:00:10+00:00</updated>
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		<title type="html">Idéia de jerico.</title>
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		<updated>2010-03-06T15:39:01+00:00</updated>
		<content type="html">Eu tenho vontade de pegar o cara que inventou a história de incluir nos vídeos do youtube o tal do &quot;Include related videos&quot; e torturar ele com &lt;b&gt;requintes de crueldade!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/pics/youtube_related.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquilo até pode ser interessante DEPOIS que o vídeo acabar, mas durante a execução é um SACO você passar com o cursor do mouse sobre a janela e pipocar aquela merda na tela tapar uma boa parte do vídeo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acredita? Veja este vídeo (aqui no blog, use o player embed). E passe o mouse em cima da janela do vídeo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma merda não é mesmo? Agora veja sem essa meleca, se não fica muito melhor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tal começar uma cruzada pra que o povo que não tem uma ervilha no lugar do cérebro passe a não usar essa infame opção no player embed?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Technorati Tags: &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/youtube&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;youtube&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/ideia de girico&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;ideia de girico&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/show related&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;show related&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;img width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2930141362664533686-8555954671929705131?l=www.caetano.eng.br%2Fcrashcomputer&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</content>
		<author>
			<name>Luciano</name>
			<email>noreply@blogger.com</email>
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			<title type="html">» Crash Computer!</title>
			<subtitle type="html">Falando de tudo e de todos, sem discriminação...</subtitle>
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			<updated>2010-03-07T10:00:14+00:00</updated>
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		<title type="html">Sorteio</title>
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		<updated>2010-03-04T00:45:13+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/pics/moleco.jpg&quot; align=&quot;right&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;b&gt;Promoção Meu Moleco.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href=&quot;http://www.blogdoguardia.co.cc/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;amigo, blogueiro e piclisteiro Guardia&lt;/a&gt; vai sorterar do dia 5 ao dia 19 deste mês de março, cinco caderninhos de bolso ecologicamente corretos da &lt;a href=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/www.moleco.com.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Moleco&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será um caderninho para cada participante sorteado. Para participar e concorrer aos caderninhos Molecos de bolso, &lt;a href=&quot;http://www.proprofs.com/quiz-school/story.php?title=promoo-meu-moleco&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;responda ao Quiz&lt;/a&gt;. É importante usar seu nome real no Quiz, ok?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você deve obter um desempenho no Quis maior ou igual a 75%, e assinar o Feed do &lt;a href=&quot;http://www.blogdoguardia.co.cc/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Blog do Guardia&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais detalhes podem ser obtidos neste &lt;a href=&quot;http://www.blogdoguardia.co.cc/2010/03/promocao-meu-moleco.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt; Post do Blog do Guardia&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já tratei de garantir a minha participação. &lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/emoticons/4leaf.gif&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/pics/certificate.png&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ai? Vai ficar de fora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot;&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width=&quot;100%&quot;&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;[ &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://www.winamp.com&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/image/winamp.gif&quot; align=&quot;absmiddle&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=&quot;99FF66&quot; size=&quot;1&quot;&gt; Ouvindo:&lt;/font&gt; &lt;font size=&quot;1&quot;&gt; '&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font color=&quot;99FF66&quot;&gt;Delegation - You And I&lt;/font&gt;&lt;b&gt;' &lt;font size=&quot;2&quot;&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Technorati Tags: &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/sorteio&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;sorteio&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/moleco&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;moleco&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/blog do guardia&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;blog do guardia&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;img width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2930141362664533686-7663136980907000254?l=www.caetano.eng.br%2Fcrashcomputer&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</content>
		<author>
			<name>Luciano</name>
			<email>noreply@blogger.com</email>
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			<title type="html">» Crash Computer!</title>
			<subtitle type="html">Falando de tudo e de todos, sem discriminação...</subtitle>
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			<updated>2010-03-07T10:00:14+00:00</updated>
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		<title type="html">E tem gente que acredita neles...</title>
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		<updated>2010-03-04T00:13:39+00:00</updated>
		<content type="html">Dando continuidade a &quot;meteção de pau&quot; na famigerada nbr14136 da nossa querida abnt (eu não escrevo o nome dessa merda em maiúsculas e nem da norma de propósito, eles não merecem esse destaque) quanto mais a fundo você observa o que fizeram percebe que foi algo pra literalmente foder com todo mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém que já foi instalar a porcaria das tomadas novas, já prestou atenção na polarização dos plugues? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/pics/comparacao_tomadas.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você já se perguntou porque os adaptadores são um trubufu gigante?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/pics/adaptador.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &quot;gênios&quot; que resolveram mexer no que estava quieto, simplesmente não se atentaram que a disposição dos pinos é contrária nos dois tipos de tomada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado, tem adaptador sendo vendido por ai (como esse da foto acima) que os pinos fase e neutro ficam INVERTIDOS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém ai já notou que os pinos chatos das tomadas &quot;antigas&quot; tem um que mais largo que o outro, justamente pra polarizar e você não inserir a tomada invertida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns equipamentos, principalmente importados tem funcionamento estranho quando ligados invertidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora? Como fica? Quem esta mais louco?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem que encontrei &lt;a href=&quot;http://loja.knoblauch.com.br/adesivos/ani006-adesivo-elefante-para-tomadas.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;neste site&lt;/a&gt; (que reproduzo aqui) diz tudo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/pics/ani006_1_5.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Technorati Tags: &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/tomadas&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;tomadas&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/adaptadores&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;adaptadores&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/nbr14136&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;nbr14136&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;img width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2930141362664533686-522624980245214030?l=www.caetano.eng.br%2Fcrashcomputer&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</content>
		<author>
			<name>Luciano</name>
			<email>noreply@blogger.com</email>
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			<title type="html">» Crash Computer!</title>
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		<title type="html">Papo de Camarada</title>
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		<updated>2010-03-03T22:46:10+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;http://www.caetano.eng.br/pecado/rss/files/olhar43.png&quot; /&gt;
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Vai, vai! A mina t&amp;aacute; dando mole, cara!
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Dando mole uma pin&amp;oacute;ia, Z&amp;eacute;.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- T&amp;aacute; sim, cara. Olha l&amp;aacute;! Ela j&amp;aacute; te olhou tr&amp;ecirc;s vezes.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Rafael fez uma cara de quem n&amp;atilde;o acredita no que est&amp;aacute; ouvindo, olhou s&amp;eacute;rio para a mulher em quest&amp;atilde;o e respirou fundo. Baixando a cabe&amp;ccedil;a e movendo-a de um lado para o outro em nega&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pensou por tr&amp;ecirc;s segundos e olhou s&amp;eacute;rio para seu amigo.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Ô animalzinho, ela n&amp;atilde;o &lt;strong&gt;me&lt;/strong&gt; olhou. Ela olhou &lt;em&gt;pra c&amp;aacute;&lt;/em&gt;. N&amp;atilde;o percebe que tem um caminh&amp;atilde;o de diferen&amp;ccedil;a?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Percebo que voc&amp;ecirc; vai furar de novo.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- De onde voc&amp;ecirc; tirou que ela t&amp;aacute; afim? N&amp;atilde;o t&amp;ocirc; vendo um s&amp;oacute; sinal.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Cara, ela olhou pra c&amp;aacute; tr&amp;ecirc;s vezes. &lt;strong&gt;TRÊS&lt;/strong&gt; vezes.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Isso. Tr&amp;ecirc;s vezes em tr&amp;ecirc;s horas. Uma &amp;oacute;tima m&amp;eacute;dia.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Mas olha que gostosa! N&amp;atilde;o vale uma investida?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Dinheiro na bolsa &amp;eacute; investimento... isso &amp;eacute; perda de tempo, pura e simples.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- T&amp;aacute;, t&amp;aacute;... mas olha que rostinho! Ah, eu perdia um tempo com isso!
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Rostinho? Cara, a mulher t&amp;aacute; com cara de quem comeu rom&amp;atilde; verde... provavelmente brigou com o namorado, no m&amp;aacute;ximo t&amp;aacute; querendo fazer ci&amp;uacute;mes... e, se voc&amp;ecirc; t&amp;aacute; t&amp;atilde;o a fim de perder tempo, por que n&amp;atilde;o vai l&amp;aacute;?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Porque ela t&amp;aacute; olhando pra voc&amp;ecirc;, n&amp;atilde;o para mim.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De repente Rafael se sentiu em um dilema. Seus olhos perderam o foco e ele come&amp;ccedil;ou a pensar no que estava acontecendo... E se ele estivesse amargo mesmo? E se a mo&amp;ccedil;a estivesse dando mole e ele simplesmente brincando de avestruz? Uma por&amp;ccedil;&amp;atilde;o de interroga&amp;ccedil;&amp;otilde;es come&amp;ccedil;aram a aparecer sobre sua cabe&amp;ccedil;a.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Ah&amp;aacute;! Eu conhe&amp;ccedil;o essa cara. Voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; em d&amp;uacute;vida.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Rafael focou lentamente o olhar em seu amigo e viu ele ali, vermelho, rabo pontudo, chifres, e o copo de cerveja j&amp;aacute; se transformara num afiado tridente em sua m&amp;atilde;o.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Z&amp;eacute;, me deixa em paz. Voc&amp;ecirc; fica me tentando... s&amp;oacute; quer ver eu quebrar a cara pra depois ter hist&amp;oacute;ria pra contar. Faz tempo que n&amp;atilde;o levo fora... e t&amp;aacute; &amp;oacute;timo assim.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- &amp;Eacute;, &amp;eacute; verdade. Voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o vai sempre, mas quando vai... cata.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Isso, e est&amp;aacute; &amp;oacute;timo assim. &amp;Eacute; assim que eu gosto.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Faz assim n&amp;atilde;o, cara. Voc&amp;ecirc; t&amp;aacute; tratando caviar como arroz com feij&amp;atilde;o.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A cada conversa mole, a cada compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o absurda que Z&amp;eacute; fazia, Rafael se repetia a pergunta cl&amp;aacute;ssica: por que ele ainda sa&amp;iacute;a com esse cara?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Z&amp;eacute;, &amp;eacute; por isso que voc&amp;ecirc; s&amp;oacute; se dana. Que tipo de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; essa?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Ah, cara... n&amp;atilde;o gosto de ver um amigo deixar uma mulher dessas passar em branco.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o vai me dar paz... n&amp;atilde;o vai me deixar beber minha cerveja... enquanto eu n&amp;atilde;o for l&amp;aacute; falar com ela, n&amp;eacute;?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Agora voc&amp;ecirc; pegou a id&amp;eacute;ia.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Respirando fundo, Rafael levantou-se e caminhou na dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o oposta &amp;agrave; da garota... e desapareceu em meio &amp;agrave; multid&amp;atilde;o. O Z&amp;eacute; ficou olhando meio at&amp;ocirc;nito, pensando que teria de voltar a p&amp;eacute; pra casa. Pediu mais uma bebida e ficou contemplando &amp;quot;a paisagem&amp;quot;, como costuma chamar. Como quem n&amp;atilde;o queria nada, olhou novamente para o lado da mulher que tinha sido o assunto da noite e, surpreendendo-se, viu Rafael ao lado dela.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ele pareceu pedir alguma informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e depois se sentou ao lado dela no bar. A conversa seguiu animada por um tempo, os dois se levantaram e foram para a pista. J&amp;aacute; se sentindo um &lt;em&gt;voyeur&lt;/em&gt;, Z&amp;eacute; ainda &amp;quot;pegou&amp;quot; o momento em que os dois se beijaram e resolveu ir cuidar da pr&amp;oacute;pria vida. 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Achou algu&amp;eacute;m, dan&amp;ccedil;ou, riu bastante, mas essa n&amp;atilde;o era sua noite. N&amp;atilde;o estava a fim de nada e, talvez, esse teria sido o motivo pelo qual estimulou tanto seu amigo. Depois de algum tempo, cansado, foi at&amp;eacute; o bar e pegou uma tequila. J&amp;aacute; estava batendo um papo animado com o barman quando sentiu uns tapinhas nas costas.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Ent&amp;atilde;o...
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Ent&amp;atilde;o...?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Valeu.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Disponha.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; 
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Daniel Caetano&lt;/em&gt;
&lt;/p&gt;</content>
		<author>
			<name>Daniel Caetano</name>
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		</author>
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			<title type="html">PECADO</title>
			<subtitle type="html">Personal Catalogued Dossie</subtitle>
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			<updated>2010-03-08T00:00:10+00:00</updated>
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		<title type="html">Lisarb, e a estupidez de se legislar atraves de simples... normas!</title>
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		<updated>2010-03-03T22:27:23+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/pics/tridente_do_capeta_nbr14136.jpg&quot; align=&quot;right&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;Lá no &lt;a href=&quot;http://jefferson-ryan.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;blog do Ryan&lt;/a&gt; esta um verdadeiro auê em cima de postagens sobre maldita NBR 14136, a qual nos enfia goela a baixo o &quot;tridente do capeta&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou trazendo um pequeno trecho de um comentário do Zow de lá para cá para comentar sobre algo que a muito eu já queria escrever aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&quot;zow disse...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...Nas normas, que são um consenso comum entre especialistas da área sobre o assunto.&quot;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ponto eu posso dar risada! Boa parte de normas editadas pela ABNT, Contran/Denatran, Anatel, Anvisa, os tais &quot;especialistas&quot; cheiram cola ou coisa muito pior, ou... estão levando um capilé legal por trás das normas para publicarem do jeito que são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou fazer uma micro-listinha das bizarrices que eu lembro e o resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#3F3FFF&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;b&gt;- Contran/Denatran:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; O famigerado kit de primeiros socorros.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos tiveram que comprar o maldito kit que era de &quot;porte obrigatório&quot; e no fritar final dos ovos alguém se lembrou que no caso de acidentes, jamais remova ou mexa na vitima exceto em extremo caso de risco iminente a vida do mesmo, exemplo fogo... reseultado: Puseram-nos um nariz de palhaço e a obrigatoriedade do kit foi pelo ralo... &lt;a href=&quot;http://www.senado.gov.br/sf/noticia/senamidia/historico/1999/3/zn033068.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;caiu em apenas 3 meses depois de publicada.&lt;/a&gt; &lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/emoticons/clown.gif&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#3F3FFF&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;b&gt;- Inmetro/Contran:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; O famigerado &quot;selinho holografico do inmetro&quot; nos capacetes de motociclista.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos primeiros 2 ou 3 meses foi uma festa de blitz e multas pra quem estava com capacete sem o maldito selinho de papel. Agora??? Nem olham. Depois... o &lt;a href=&quot;http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2196979-EI306,00.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;próprio inmetro pede que o contran suspenda a resolução 203...&lt;/a&gt; Novamente, muita gente que tinha comprado capacetes novos antes da famigerada resolução, teve que re-comprar só por causa do selinho e jogar os sem selinho no lixo. Pior é o caso de quem tinha capacite importado, com todo os certificados de segurança emitido por órgãos internacionais se segurança e... sem o papelzinho do inmetro. Hoje, nem olham pro selinho. Resultado quem comprou capacete novo por isso, tomaram um nabo no rabo.  &lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/emoticons/clown.gif&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#3F3FFF&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;b&gt;- Inmetro:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; As malditas tomadas tridente do capeta.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispensa falar muita coisa, tem vários post &lt;a href=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/2010/01/cruzada-contra-o-novo-padrao-de-tomadas.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/2010/01/cruzada-contra-o-novo-padrao-de-tomadas_23.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/2010/02/tridente-de-capeta-ou-tomada-jabuticaba.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; e também no &lt;a href=&quot;http://jefferson-ryan.blogspot.com/search/label/NBR14136&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;blog do Ryan&lt;/a&gt; sobre a ridicularidade dessa normal. Dai... alguém (que pelo menos tem um pingo de bom senso) &lt;a href=&quot;http://www.gizmodo.com.br/conteudo/made-brazil-ministerio-publico-federal-entra-com-acao-contra-novo-padrao-de-tomadas&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;lá na no ministério publico acha que tá errado e quer suspender a norma.&lt;/a&gt; Acontece a &lt;a href=&quot;http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/CONSUMIDOR/144730-PROJETO-SUSPENDE-NOVAS-REGRAS-PARA-TOMADAS-E-PLUGUES.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;mesma coisa na câmara... &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E alguém lá do inmetro teve a cara de pau de dizer que a norma foi aprovada assim porque não houve participação ativa da população na consulta publica.... é pra rir?  &lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/emoticons/clown.gif&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#3F3FFF&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;b&gt;- Anvisa:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; A nova polemica que aspirina, anti-acido e outros remédios que não exigem receita tem que ficar do lado de tras do balcão.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior bandeira disso é porque isso vai diminuir a auto-medicação... tenha santa paciência! Os tais remédios continuarão a serem vendidos, o hipocondríacos vão continuar comprando. A única diferença é que você vai ter que pegar um pouquinho mais de fila e pedir para o atendente de dar a cartela de aspirina. Ou seja, vai aumentar o trabalho, o custo e a mão de obra, mas tudo vai continuar como estava!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.uai.com.br/htmls/app/noticia173/2010/02/18/noticia_economia,i=148224/FARMACIAS+ATROPELAM+PROIBICAO+DA+ANVISA.shtml&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Já as grandes redes apelaram.&lt;/a&gt; Quer apostar que daqui algum tempo isso cai no esquecimento e as aspirinas voltam as gôndalas? Novamente, é pra rir?  &lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/emoticons/clown.gif&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#3F3FFF&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;b&gt;- Anatel:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt; O velho causo da venda casada do serviço ADSL (ou qualquer outro de banda larga) e você ter que contratar um maldito provedor só pra autenticar sua senha. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é otima! Um provedor te cobra algo por volta de 10 a 20 reais, &lt;a href=&quot;http://www.abusar.org/laranjas.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;só pra autenticar seu usuário e senha&lt;/a&gt;, e te dá alguns brindes pra não ficar feio te oferece alguns servicinhos duvidosos. Se alguém falar email, apanha! Quem não sabe que o GMAIL LIQUIDOU com a festa de email pago, esta parado no século 20. A oferta também duvidosa de portal de conteúdo não cola... a anatel diz que tá tudo certo, já o procom diz que é (e realmente é) venda casada. Como fica? Eu desde que assinei ADSL nunca, repito &lt;a href=&quot;http://explicatudo.com/provedor-gratis-para-speedy&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;NUNCA paguei provedor&lt;/a&gt; e pretendo não pagar. E isso já tem uns 3 anos. &lt;a href=&quot;http://claudiocoelho.wordpress.com/2008/02/14/velox-sem-provedor/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Usuários do Velox, mesma coisa...&lt;/a&gt; &lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/emoticons/clown.gif&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dai eu lanço a pergunta. Algum destes &lt;i&gt;&quot;especialistas em editar normas&quot;&lt;/i&gt; pensou na população??? Não... só pensam em encher as burras de alguém (ou deles mesmo) de grana, e o povo: QUE SE FODA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo eu acho que norma ter força de lei é algo estapafúrdio que dá margem a estas bizarrices. Pra mim pra algo ter força de lei, tem que ser LEI aprovada mesmo. Mas... no Lisarb a coisa é dos avessos mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Technorati Tags: &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/normas&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;normas&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/lisarb&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;lisarb&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/dane-se&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;dane-se&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;img width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2930141362664533686-2901028638611339281?l=www.caetano.eng.br%2Fcrashcomputer&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</content>
		<author>
			<name>Luciano</name>
			<email>noreply@blogger.com</email>
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			<title type="html">» Crash Computer!</title>
			<subtitle type="html">Falando de tudo e de todos, sem discriminação...</subtitle>
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			<updated>2010-03-07T10:00:14+00:00</updated>
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		<title type="html">Mágicas com calculadoras</title>
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		<updated>2010-03-03T01:27:00+00:00</updated>
		<content type="html">Tem um diálogo que sempre acontece quando vou visitar algum amigo que tenha filho pequeno. Eu sou apresentado pelo amigo como &quot;o Ricbit, aquele amigo que &lt;i&gt;gosta de Matemática&lt;/i&gt;&quot;. Aí a criança, espantada, responde &quot;mas como assiiiiiim ele gosta de Matemática?!&quot;. E o amigo responde &quot;ah, mas matemática com o tio Ricbit é divertida. Mostra pra ele, Ricbit!&quot;. E aí eu, que nem cheguei direito, já estou com a batata quente na mão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, eu já descobri alguns truques pra lidar com situações assim. Se a criança ainda está na fase de achar que matemática é aritmética, então uma abordagem que funciona bem é pedir uma calculadora emprestada,e falar que você vai usá-la pra fazer &lt;i&gt;mágicas&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/ricbit_magico-721213.jpg&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;237&quot; src=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/ricbit_magico-721179.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Uma das mágicas clássicas funciona assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Primeiro você pede pra criança digitar 13837, que é um número &lt;i&gt;mágico&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/calc_01-717197.jpg&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;70&quot; src=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/calc_01-717181.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;2. Depois, você pergunta quantos anos tem o pai dela, e fala pra ela multiplicar aquele número mágico pela idade do pai. Digamos que o pai tem 42 anos, então o resultado será 581154.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/calc_02-730240.jpg&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;70&quot; src=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/calc_02-730223.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;3. Por fim, você fala pra criança multiplicar esse número que está no visor por outro número &lt;i&gt;mágico&lt;/i&gt;, 73.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/calc_03-746179.jpg&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;70&quot; src=&quot;http://www.ricbit.com/uploaded_images/calc_03-746165.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Surpresa! O resultado é 42424242, a idade do pai repetida até encher o visor da calculadora! Crianças adoram isso, eu imagino que o motivo é uma variação da &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Clarke's_three_laws&quot;&gt;Lei de Clarke&lt;/a&gt;. A criança não entende porque isso aconteceu, e qualquer conta suficientemente incompreensível é indistinguível de magia. (Pensando bem, isso funciona com estudantes de engenharia também).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O truque funciona com qualquer valor de idade, é claro. O motivo é simples: se você multiplicar os dois números mágicos, 13837*73 resulta em 1010101. Qualquer número de dois dígitos fica replicado quatro vezes quando você multiplica por 1010101. O ilusionismo do truque é que o par de números mágicos obfusca esse valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta natural nesse caso é: dá pra fazer a mágica com cinco repetições? Seis? Quantas eu quiser?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso só é possível se o número 101...01 não for primo. Sendo composto, você sempre pode separar os fatores em dois números mágicos. Vamos fazer um teste rápido. Para duas repetições não dá, 101 é primo. Para três repetições temos 259 e 39, para cinco temos 372731 e 271. Usando o &lt;a href=&quot;http://www.wolframalpha.com/&quot;&gt;Wolfram Alpha&lt;/a&gt;, dá pra checar manualmente que acima de duas repetições todos os números parecem compostos. Mas dá pra provar isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu achei que esse seria um problema complexo, mas acabou sendo mais fácil do que eu esperava! A prova pode ser feita só com matemática elementar. Suponha que o número que queremos fatorar gera n repetições, então ele pode ser escrito como a soma de uma progressão geométrica finita:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://chart.apis.google.com/chart?cht=tx&amp;chf=bg,s,FFFFFF00&amp;chco=000000&amp;chl=\sum_{k%3D0}^{n-1}%20100^k%3D\frac{100^n-1}{100-1}%3D\frac{100^n-1}{99}&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você notar que 100&lt;sup&gt;n&lt;/sup&gt; é o mesmo que 10&lt;sup&gt;2n&lt;/sup&gt;, então dá pra fatorar o numerador como diferença de quadrados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://chart.apis.google.com/chart?cht=tx&amp;chf=bg,s,FFFFFF00&amp;chco=000000&amp;chl=\frac{100^n-1}{99}%3D\frac{10^{2n}-1}{99}%3D\frac{(10^n%2B1)(10^n-1)}{99}&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora é só notar que, para n&amp;gt;2, os dois termos do numerador são bem maiores que 99, então nenhum deles simplifica completamente. Daí, o valor final sempre vai ter pelo menos dois fatores, o que completa a demonstração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda tem um monte de mágicas que podem ser feitas com calculadoras, mas essas ficam para posts futuros :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(Obrigado ao Jacques Brancher e ao Fábio Moreira pelas idéias.)&lt;/i&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;
&lt;img width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6306509703738480474-8285510843962864816?l=www.ricbit.com&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</content>
		<author>
			<name>Ricardo Bittencourt</name>
			<email>noreply@blogger.com</email>
			<uri>http://www.ricbit.com/</uri>
		</author>
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			<title type="html">Brain Dump</title>
			<subtitle type="html">O que está passando pela cabeça do Ricbit no momento.</subtitle>
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			<updated>2010-03-09T13:30:18+00:00</updated>
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		<title type="html">Liberdade</title>
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		<updated>2010-03-02T20:41:05+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;img src=&quot;http://www.caetano.eng.br/pecado/rss/files/correntes.jpg&quot; class=&quot;fr&quot; /&gt;
&lt;p&gt;Quanto mais o tempo passa, mais percebo como a vida &amp;eacute; din&amp;acirc;mica, com diversas cadeias de acontecimentos paralelos que nos alentam e preocupam, em tantas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es distintas, incompar&amp;aacute;veis, todas competindo por nossa aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Tenho a tend&amp;ecirc;ncia de me prender a uma ou outra; talvez seja o comportamento natural humano. Mas me debato com isso, n&amp;atilde;o aceito: a vida n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma sequ&amp;ecirc;ncia &amp;uacute;nica de fatos encadeados. Somos como um elo compartilhado por muitas correntes, &amp;agrave;s quais nos prendemos por vontade. Cada corrente, um desejo, um objetivo.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Em alguns momentos, o tempo puxa cada corrente para um lado diferente... e n&amp;atilde;o conseguimos sair do lugar. As escolhas se tornam desafiadoras, mas os caminhos s&amp;atilde;o claros: organiz&amp;aacute;-las, abandon&amp;aacute;-las ou rompermo-nos.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Organiz&amp;aacute;-las significa aprender sobre cada um destes desejos aos quais nos prendemos, entender porque n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o se movendo em conson&amp;acirc;ncia e, se poss&amp;iacute;vel, modificar alguma coisa - em geral em n&amp;oacute;s mesmos - para que todas as correntes formem uma forte e &amp;uacute;nica cordoalha, representante da convic&amp;ccedil;&amp;atilde;o do futuro que desejamos.
&lt;/p&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.caetano.eng.br/pecado/rss/files/liberdade.jpg&quot; class=&quot;fl&quot; /&gt;
&lt;p&gt;
Abandon&amp;aacute;-las significa entender que nem sempre &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel incluir todos os nossos objetivos em nossa vida, ao mesmo tempo, num dado instante. &amp;Eacute; preciso saber abrir m&amp;atilde;o daquela corrente que se recusa a se tornar uma com sua vida, ainda que num momento futuro pretendamos voltar a elas. Identificar essas correntes dissonantes exige uma profunda an&amp;aacute;lise, nem sempre simples, mas perfeitamente poss&amp;iacute;vel.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Rompermo-nos significa que n&amp;atilde;o demos a devida aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; escolha das correntes que formam nosso caminho. As press&amp;otilde;es foram t&amp;atilde;o fortes, cada uma em sua dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que acabamos nos expurgando de qualquer uma delas. Desconfort&amp;aacute;vel, desagrad&amp;aacute;vel e desnecess&amp;aacute;rio. O caminho das escolhas estava l&amp;aacute;, n&amp;atilde;o era preciso nenhum tipo de ruptura. N&amp;atilde;o era preciso deixar o tempo escolher por n&amp;oacute;s.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Somos elo e escolhemos nossas correntes. Cada elo s&amp;oacute; se liga a outro, e as correntes n&amp;atilde;o esperam por ningu&amp;eacute;m.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
No fundo, &amp;eacute; disso que se trata a liberdade.
&lt;/p&gt;</content>
		<author>
			<name>Daniel Caetano</name>
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			<title type="html">PECADO</title>
			<subtitle type="html">Personal Catalogued Dossie</subtitle>
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		<title type="html">Satélites Meteorológicos</title>
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		<updated>2010-03-02T06:00:10+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/pics/noaa-19-201003011402-msa-thumb.jpg&quot; align=&quot;right&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;Láááá em 2004 eu fiz três posts falando sobre receber imagens de satélites meteorológicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a mais ou menos uma semana eu retomei este assunto, depois de conseguir montar um &lt;a href=&quot;http://www.py2bbs.qsl.br/wx-mc3362.php&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;receptor caseiro&lt;/a&gt; mais adequado ao serviço, construir a antena correta (antena QFH), instalar um pré-amplificador de antena (booster), deu pra conseguir um resultado palpável...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os posts de 2004 são estes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/2004/05/satelites-e-afins.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Satélites e afins.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/2004/05/os-satelites-bem-como-o-pessoal-quer.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Os satélites.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/2004/05/satelites-parte-ii-bem-prosseguindo.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Satélites parte II.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De lá pra cá muita coisa mudou, os satélites daquela época só restaram dois em serviço, NOAA 15 e NOAA 17, e foram lançados/ativados outros dois novos, NOAA18 e NOAA19. Mas nem tudo são flores, o &lt;b&gt;N&lt;/b&gt;ational &lt;b&gt;O&lt;/b&gt;ceanic and &lt;b&gt;A&lt;/b&gt;tmospheric &lt;b&gt;A&lt;/b&gt;dminstration (que é um órgão americano) &lt;a href=&quot;http://noaasis.noaa.gov/NOAASIS/ml/future.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;não irá mais lançar satélites&lt;/a&gt; com o &lt;a href=&quot;http://www2.ncdc.noaa.gov/docs/klm/html/c4/sec4-2.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;modo APT&lt;/a&gt;  (este modo que é possível receber em cada com equipamentos simples), o ultimo com este modos foi o &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/NOAA-19&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;NOAA19&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a vida útil dos satélites que estão é orbita é estimada até 2017. Logo o negócio e brincar enquanto temos satélites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados que tenho conseguido podem ser visto aqui: &lt;a href=&quot;http://www.py2bbs.qsl.br/wx.php&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.py2bbs.qsl.br/wx.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você comparar a as imagens atuais com o que eu tentei &lt;a href=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/2004/05/satelites-e-afins.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;captar em 2004&lt;/a&gt; nem chega ao pés do que eu consigo agora, e olha que o resultado atual ainda não esta 100%! Mas estou planejando melhorias para atingir o máximo de qualidade possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais curioso de tudo é que recebi um comentário num dos posts de 2004 perguntando sobre o uso do &lt;a href=&quot;http://www.softoff.pl&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Orbitron&lt;/a&gt;, poucos dias depois de ter retomado as experiências, e isso me fez lembrar destes posts de 2004 que eu nem lembrava mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pouco sobre como pode-se receber estas imagens, pode ser lido &lt;a href=&quot;http://www.py2bbs.qsl.br/sat.php#noaa&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.qsl.net/py4zbz/satelite.htm#met&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;. Mais sobre o assunto o pai &lt;a href=&quot;http://www.google.com/search?q=NOAA+receiver&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Google&lt;/a&gt; pode responder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Technorati Tags: &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/satélites&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;satélites&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/meteorologia&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;meteorologia&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;img width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2930141362664533686-2173346651936310340?l=www.caetano.eng.br%2Fcrashcomputer&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</content>
		<author>
			<name>Luciano</name>
			<email>noreply@blogger.com</email>
			<uri>http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/</uri>
		</author>
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			<title type="html">» Crash Computer!</title>
			<subtitle type="html">Falando de tudo e de todos, sem discriminação...</subtitle>
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			<updated>2010-03-07T10:00:14+00:00</updated>
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		<title type="html">The Greatest Strenght</title>
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		<updated>2010-02-28T21:00:15+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;img src=&quot;http://www.caetano.eng.br/pecado/rss/files/darksamurai.jpg&quot; class=&quot;fr&quot; /&gt;
&lt;p&gt;A cold breeze came through the mist,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The darkest horror uprises from amidst.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;There was an insidious scent in the air, &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;An ominous feeling no one could bear.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The confidence was his last resort,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;And now there was no way to abort.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Almost no supplies inside his pack,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;There wouldn't be a fucking way back.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Temptation soaked his troubled mind,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Thrashing he awaits as invalid blind.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Arising from the mind's darkest grave,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A last drop of energy he should save.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Anything else in this horrific life,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;An stupid, deadly pointless strife.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Those fears follow those who endure,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Therefore persist they will for sure.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Daniel Caetano&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</content>
		<author>
			<name>Daniel Caetano</name>
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			<title type="html">PECADO</title>
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		<title type="html">Debutante</title>
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		<updated>2010-02-27T05:31:44+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;img src=&quot;http://www.caetano.eng.br/pecado/rss/files/mulherespelho.jpg&quot; class=&quot;fl&quot; /&gt;
&lt;p&gt;Obrigado,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por ter tomado carv&amp;atilde;o por diamante;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por ter sentido como nunca antes;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por ter levado uma vida adiante;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por ter tornado os dias radiantes...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obrigado.&lt;/p&gt;</content>
		<author>
			<name>Daniel Caetano</name>
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		</author>
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			<title type="html">PECADO</title>
			<subtitle type="html">Personal Catalogued Dossie</subtitle>
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		<title type="html">Acidentes</title>
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		<updated>2010-02-25T18:13:44+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;p&gt;Fernanda n&amp;atilde;o conseguia deixar de pensar no dia &amp;quot;perfeito&amp;quot; que estava tendo, n&amp;atilde;o faltava mais nada. Ela estava ainda com um olhar perdido, incr&amp;eacute;dulo, enquanto observava a porta do carro da frente se abrir e, de dentro, n&amp;atilde;o parava de sair um sujeito louro e forte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Em sil&amp;ecirc;ncio, observou o &amp;quot;alem&amp;atilde;o&amp;quot; aproximar-se com cara de poucos amigos. N&amp;atilde;o teve a menor vontade de se levantar ou sair do carro. O homem se debru&amp;ccedil;ou na janela.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- E ent&amp;atilde;o, senhorita... n&amp;atilde;o quer ver a obra de arte?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Fernanda permaneceu muda. Queria dizer algo, mas n&amp;atilde;o sabia o qu&amp;ecirc;. E, aparentemente, se soubesse... tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o conseguiria diz&amp;ecirc;-lo. J&amp;aacute; demonstrando sinais de muita impaci&amp;ecirc;ncia, o homem continuou:
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- Olha, &amp;eacute; melhor a senhorita sair para ver o estrago, a gente combina como vai resolver o problema e seguimos com nossas vidas. Eu tenho mais o que fazer hoje e, sinceramente, n&amp;atilde;o estava pensando em perder muito tempo por aqui.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Dizendo isso, abriu a porta e a convidou a sair de seu pr&amp;oacute;prio carro. Fernanda olhou para o assustador gigante n&amp;oacute;rdico e, meio que no autom&amp;aacute;tico, saiu. Sua cabe&amp;ccedil;a estava completamente perdida em devaneios, em todos aqueles problemas que tinha para resolver. N&amp;atilde;o precisava de mais um, mas h&amp;aacute; momentos em que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; muita escolha.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Caminhou ao lado do homem e, mesmo sem muita vontade, observou com curiosidade o quadro dantesco que estava diante de ambos. O estrago tinha sido grande!
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- &amp;Eacute;, foi feia a coisa. N&amp;atilde;o vai sair barato.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- Eu j&amp;aacute; imaginava isso - respondeu contrariado o n&amp;oacute;rdico.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- E provavelmente n&amp;atilde;o vai ser r&amp;aacute;pido tamb&amp;eacute;m. &amp;Eacute; poss&amp;iacute;vel abrir m&amp;atilde;o dele por algum tempo, n&amp;atilde;o?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- Dado que o estrago j&amp;aacute; est&amp;aacute; feito, n&amp;atilde;o temos muita alternativa. Quem vai fazer o servi&amp;ccedil;o?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- Eu j&amp;aacute; conhe&amp;ccedil;o uma equipe legal. Trabalham direito. Fica como novo, nem d&amp;aacute; pra perceber.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- Ah! &amp;Oacute;timo!
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Fernanda ficou em sil&amp;ecirc;ncio por algum tempo e, por fim, perguntou:
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- Mas como foi que isso aconteceu?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- &amp;Eacute; sempre distra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de algu&amp;eacute;m, n&amp;atilde;o? - Respondeu o homem com alguma displic&amp;ecirc;ncia e irrita&amp;ccedil;&amp;atilde;o aparentes - As pessoas n&amp;atilde;o prestam aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o no que fazem e acabam destruindo o patrim&amp;ocirc;nio alheio.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- Mas j&amp;aacute; havia algum problema antes? Porque, assim, t&amp;aacute; muito feio isso. N&amp;atilde;o acredito que tenha ocorrido todo este estrago nesta &amp;uacute;nica vez.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- Ah, n&amp;atilde;o! - continuou o homem - j&amp;aacute; tinha um ou outro probleminha. Por exemplo, aquele problema no canto da pintura j&amp;aacute; estava l&amp;aacute;. Esse risco tamb&amp;eacute;m. E essa parte aqui &amp;eacute; desbotada desde quando eu o vi a primeira vez.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- E voc&amp;ecirc; vai querer que tudo seja consertado?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- Claro! J&amp;aacute; que vai mexer, &amp;eacute; melhor consertar tudo de uma vez.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Fernanda deu uma &amp;uacute;ltima olhada mais de perto e, finalmente, disse:
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- Ok, ent&amp;atilde;o vamos fazer o que precisa ser feito. Como voc&amp;ecirc; pretende pagar?
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- Bem, dado que ele &amp;eacute; propriedade do museu, acho que o museu cobrir&amp;aacute; todos os custos. Voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o precisa se preocupar com isso. O importante &amp;eacute; a qualidade do servi&amp;ccedil;o realizado.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
- &amp;Oacute;timo. Vou providenciar que o servi&amp;ccedil;o se inicie hoje mesmo.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Colocando o avariado quadro dentro de seu carro, Fernanda deu partida, ainda olhando para o curador, pensando que se sobrecarregaria para fazer mais essa restaura&amp;ccedil;&amp;atilde;o em um m&amp;ecirc;s t&amp;atilde;o atrapalhado... justo hoje que havia brigado com seu noivo. De qualquer forma, o dinheiro viria bem a calhar: poderia acertar, finalmente, todos os alugu&amp;eacute;is atrasados.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&lt;em&gt;Daniel Caetano&lt;/em&gt;
&lt;/p&gt;</content>
		<author>
			<name>Daniel Caetano</name>
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		</author>
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			<title type="html">PECADO</title>
			<subtitle type="html">Personal Catalogued Dossie</subtitle>
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		<title type="html">Cegueira, burrice, preguiça ou o que???</title>
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		<updated>2010-02-23T20:49:04+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/pics/chaleira_fervendo.jpg&quot; align=&quot;right&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;Bueno... a temperatura ambiente aqui esta no exato momento a abafados 34.4ºC, quente não? Umidade relativa na casa dos 50% e por ai vai, um verdadeiro forno...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que tem gente que parece que faz &lt;b&gt;QUESTÃO&lt;/b&gt; de fazer o sangue da gente ferver! O meu deve ter ido aos &lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;&lt;b&gt;300ºC&lt;/b&gt;&lt;/font&gt; agora a pouco. Estou escrevendo isso aqui para desabafar um pouco e pra que quem não acredita (duvido que quem lê essa budega aqui não acredita nisso) que o povo por ai, &lt;b&gt;DEFINITIVAMENTE&lt;/b&gt; não tem saco pra ler, seja por cegueira, burrice ou preguiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo girou em torno deste negocio aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.py2bbs.qsl.br/lcmeter_mutirao.php&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.py2bbs.qsl.br/lcmeter_mutirao.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(nota... eu mexi no texto agora a pouco, tem a copia do texto antigo abaixo, os grifos vermelhos são novos e pra ver se evita esse tipo de pergunta)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja um (dos vários) e-mail que recebi, por sinal muito educado (mas... preSado foi de lascar) :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Presado Amigo,&lt;br /&gt;Lendo a tua página, fiquei interessado sobre o projeto LCMeter. a pergunta básica é :&lt;br /&gt;O Kit está disponível para venda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Att,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fulano.... (removi o nome pra não dar zebra)&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/pics/termometro.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;br /&gt;Nisso o sangue começou a borbulhar... por pouca coisa eu sei, não iria borbulhar se isso fosse primeira ou segunda vez, mas isso acontece no minimo uma ou duas vezes por semana... Hoje eu me &quot;emputeci&quot; e lasquei a mensagem abaixo, procurando manter o bom tom:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Fulano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por favor preste mais atenção no que esta escrito no PRIMEIRO PARAGRAFO do texto da página: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--texto antigo do primeiro paragrafo da pagina--&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;LCMeter - Mutirão QRP-BR, PU2VFW&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o pessoal que chega nesta pagina: Este LCMeter foi feito em forma de KIT em um mutirão &lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;com quantidade &lt;u&gt;fechada&lt;/u&gt; de cotas&lt;/font&gt;, ou seja foram produzidas as quantidades de kits para os que aderiram ao mutirão, &lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;de forma que &lt;u&gt;não há kits excedentes&lt;/u&gt;.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;--texto antigo do primeiro paragrafo da pagina--&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que isto responde a pergunta... Se pergunta se meu kit esta a venda, a resposta é não. Eu o uso no dia-a-dia, é uma ferramenta indispensável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porem entre no link da pagina do &lt;font color=&quot;#FF0000&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://ironbark.bendigo.latrobe.edu.au/%7Erice/lc/index2.html&quot;&gt;VK3BHR - Phil&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;. Lá no site dele tem toda a documentação para quem quiser montar um em casa. Não usa componentes difíceis ou mosca-branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;73.&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como alguns dizem por ai... &lt;b&gt;Parem o mundo que eu quero descer!!!&lt;/b&gt; Argh!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Technorati Tags: &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/fervendo&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;fervendo&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/preguica&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;preguica&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;img width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2930141362664533686-1864360105376760341?l=www.caetano.eng.br%2Fcrashcomputer&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</content>
		<author>
			<name>Luciano</name>
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	<entry>
		<title type="html">Sobre o Passado e o Presente</title>
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		<updated>2010-02-23T14:57:52+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;img src=&quot;http://www.caetano.eng.br/pecado/rss/files/escolhas1.jpg&quot; class=&quot;fr&quot; /&gt;
&lt;p&gt;
Penso que todas as pessoas, de alguma forma, reavaliem seu 
passado. Talvez n&amp;atilde;o sempre, talvez n&amp;atilde;o a toda hora, mas em
algum momento todos passam por uma fase de reavalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Quando ela ocorre, me parece comum que pendamos para uma
an&amp;aacute;lise simplista de nossos &amp;quot;erros&amp;quot; e &amp;quot;acertos&amp;quot; do passado, muito
embora este caminho possa levar a muito sofrimento, ang&amp;uacute;stias
e, se n&amp;atilde;o bem resolvido, pode n&amp;atilde;o ter resultados pr&amp;aacute;ticos para
a nossa vida.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Tudo que aconteceu em nossa vida pode ser analisado de, no 
m&amp;iacute;nimo, duas formas: como um acontecimento pontual, ou seja,
um evento cujo contexto de tempo &amp;eacute; limitado a um curto per&amp;iacute;odo, ou como um 
evento que faz parte de uma cadeia, cujo contexto &amp;eacute; limitado
apenas pelo nosso tempo de vida.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
An&amp;aacute;lises do tipo &amp;quot;certo&amp;quot; e &amp;quot;errado&amp;quot; s&amp;atilde;o, no meu entender, parte
da primeira categoria. Elas s&amp;atilde;o relevantes mais para entendermos
sob quais circunt&amp;acirc;ncias nos equivocamos, qual foi a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o
que nos faltou e que nos fez pisar fora do nosso suposto 
&amp;quot;caminho correto&amp;quot;. Isso tem uma relev&amp;acirc;ncia fundamental, para 
que fiquemos mais atentos... n&amp;atilde;o que n&amp;atilde;o devamos mais fazer
o que fizemos, mas devemos atentar para n&amp;atilde;o tomar mais decis&amp;otilde;es
inadequadas quando faltarem as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que descobrimos
serem relevantes para uma decis&amp;atilde;o sensata.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Por outro lado, &amp;eacute; preciso ter em mente que ningu&amp;eacute;m deve se
martirizar eternamente por seus equ&amp;iacute;vocos corriqueiros - categoria
da qual a maioria dos nossos &amp;quot;erros&amp;quot; faz parte. &amp;Eacute; preciso 
compreender a import&amp;acirc;ncia do contexto de nossas decis&amp;otilde;es, de
nossas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Sempre que decidimos um caminho, o escolhemos
na esperan&amp;ccedil;a de que ele seja o melhor para n&amp;oacute;s, de que ele nos
leve mais rapidamente para onde queremos chegar. &amp;Eacute; claro, se ao
olhar para tr&amp;aacute;s classificarmos uma escolha&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt; como 
equivocada, teremos algo sobre o que pensar; entretanto, 
lembremo-nos de que &amp;eacute; f&amp;aacute;cil julgar &lt;em&gt;a posteriori&lt;/em&gt;, dizer o que houve de errado, 
com todas as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de porque aquele caminho n&amp;atilde;o funcionou.
Isso n&amp;atilde;o significa que naquele dado momento da vida t&amp;iacute;nhamos
condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ver as coisas como vemos hoje. Afinal, se v&amp;iacute;ssemos,
talvez n&amp;atilde;o tiv&amp;eacute;ssemos feito as escolhas que fizemos.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Este tipo de an&amp;aacute;lise de &amp;quot;certo&amp;quot; e &amp;quot;errado&amp;quot;, entretanto, pode nos
ofuscar com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a um aspecto importante - t&amp;atilde;o importante que
n&amp;atilde;o podemos permitir que o percamos de vista: nossa vida n&amp;atilde;o &amp;eacute;
um momento, um ponto no espa&amp;ccedil;o, desvinculado de todo o resto.
&lt;/p&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.caetano.eng.br/pecado/rss/files/escolhas3.jpg&quot; class=&quot;fl&quot; /&gt;
&lt;p&gt;
Nossas escolhas, tenham elas nos levado por caminhos agrad&amp;aacute;veis
ou pedregosos, pavimentam o caminho de nossa vida e nos trazem ao
que somos no presente. Somos frutos de nossas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es e n&amp;atilde;o-op&amp;ccedil;&amp;otilde;es,
daquilo que vivemos e sentimos. E isso faz de todas as nossas
escolhas uma esp&amp;eacute;cie de d&amp;aacute;diva&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;... ao menos se houvermos
aprendido com elas.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Embora muitas vezes tenhamos a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que nosso caminho foi o
mais tortuoso poss&amp;iacute;vel, tenho para mim, hoje, que isso n&amp;atilde;o passa de
impress&amp;atilde;o. Essa sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o parece vir do fato que sempre analisamos o
caminho trilhado &amp;agrave; luz do lugar em que pensamos que gostar&amp;iacute;amos de
estar, e n&amp;atilde;o do lugar em que estamos naquele momento. Por mais
tortuoso que o caminho nos pare&amp;ccedil;a, &amp;eacute; importante ter em mente que ele
foi o mais reto e direto para o lugar exato em que estamos hoje,
em nossas pr&amp;oacute;prias vidas e em nosso processo de maturidade. N&amp;atilde;o &amp;eacute;
poss&amp;iacute;vel &amp;quot;pular etapas&amp;quot; em nosso desenvolvimento pessoal.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Quando pensamos em nosso caminho, &amp;eacute; f&amp;aacute;cil cair na armadilha de pensar
que n&amp;atilde;o estamos onde quer&amp;iacute;amos estar e que, portanto, nossas escolhas
foram todas &amp;quot;erradas&amp;quot;. &amp;Eacute; uma armadilha cuja isca s&amp;atilde;o as insatisfa&amp;ccedil;&amp;otilde;es
moment&amp;acirc;neas e cotidianas, mas que devemos evitar. Nossas insatisfa&amp;ccedil;&amp;otilde;es
t&amp;ecirc;m, possivelemente, muito mais a ver com o caminho que ainda temos a percorrer
do que com aquele que j&amp;aacute; percorremos.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Muitas vezes nos vemos pensando que o que t&amp;iacute;nhamos no passado era 
melhor do que o que temos hoje, mas, na maioria dos casos, isso &amp;eacute;
simplesmente ilus&amp;atilde;o. Pensamos que &amp;eacute;ramos felizes e que se mud&amp;aacute;ssemos
algo naquele passado, se tiv&amp;eacute;ssemos deixado de dizer algo, se tiv&amp;eacute;ssemos feito algo...
tudo seria diferente e muito melhor. No fundo, o que estamos querendo
fazer &amp;eacute; &amp;quot;consertar&amp;quot; algo que julgamos um equ&amp;iacute;voco. Independente do
julgamento objetivo de &amp;quot;certo&amp;quot; e &amp;quot;errado&amp;quot;, podemos avaliar nossas 
a&amp;ccedil;&amp;otilde;es do passado &amp;agrave; luz das seguintes premissas: 
&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Fizemos o que nos parecia mais correto e acertado;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O que fizemos nos trouxe ao que somos hoje;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Por constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ningu&amp;eacute;m saud&amp;aacute;vel regride&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.caetano.eng.br/pecado/rss/files/escolhas2.jpg&quot; class=&quot;fr&quot; /&gt;
&lt;p&gt;
Fazendo estas considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, embora &lt;em&gt;nos pare&amp;ccedil;a&lt;/em&gt; que est&amp;aacute;vamos
melhor naquele passado, n&amp;atilde;o est&amp;aacute;vamos. Tanto &amp;eacute; que tomamos o caminho
que, supostamente, era o equivocado. A pr&amp;oacute;pria an&amp;aacute;lise do poss&amp;iacute;vel
equ&amp;iacute;voco revela que hoje estamos mais estruturados, em uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o
em que conseguimos ver as consequ&amp;ecirc;ncias que naquele dado momento n&amp;atilde;o
nos eram vis&amp;iacute;veis. Podemos n&amp;atilde;o estar no topo da montanha, mas estamos
em uma regi&amp;atilde;o mais elevada do que antes. E posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais elevadas,
em geral, nos permitem ver um pouco mais adiante, embora nem sempre
seja f&amp;aacute;cil perceber isso.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Mas &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil se livrar deste desejo de &amp;quot;rebobinar o tempo&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt; de nossa 
vida&amp;quot;, voltar ao passado sendo quem somos neste hoje, que era o futuro
do ontem. Queremos trilhar parte do velho caminho e, com o discernimento
de hoje, fazer escolhas diferentes em alguns pontos. O grande problema
&amp;eacute; que isso n&amp;atilde;o existe... e o grande alento &amp;eacute; que isso n&amp;atilde;o &amp;eacute;, de todo,
necess&amp;aacute;rio.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&amp;Eacute; preciso perceber que o caminho adiante &amp;eacute; quase sempre mais promissor 
do que o caminho que j&amp;aacute; trilhamos, e isso n&amp;atilde;o ocorre porque o caminho 
seja diferente&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;, mas porque n&amp;oacute;s n&amp;atilde;o seremos mais os mesmos.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
Somos o que melhor poder&amp;iacute;amos ser. Nosso caminho &amp;eacute; parte de n&amp;oacute;s e, como
tal, devemos valoriz&amp;aacute;-lo. Isso n&amp;atilde;o significa que devemos nos contentar
com o que nos tornamos, significa apenas que devemos aceitar o que somos
hoje como o lugar em que podemos estar.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
E que ele &amp;eacute; o melhor ponto de partida para onde quer que queiramos ir.
&lt;/p&gt;

&lt;div id=&quot;sinlegend&quot;&gt;
&lt;p&gt;(1) Ou uma n&amp;atilde;o-escolha, o que em si mesmo &amp;eacute; uma escolha: a escolha por n&amp;atilde;o escolher!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(2) As escolhas, pontualmente, ainda podem ser consideradas &amp;quot;ruins&amp;quot;, em especial aquelas que machucaram outras pessoas - n&amp;atilde;o se pode esquecer deste aspecto; mas, em &lt;strong&gt;nossa&lt;/strong&gt; vida ela pode ter sido o catalisador para que nos torn&amp;aacute;ssemos pessoas melhores. N&amp;atilde;o devemos carregar as ang&amp;uacute;stias do passado, como se fossem mochilas, para o resto de nossas vidas, n&amp;atilde;o podemos fazer delas nossas companheiras, nossos traumas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(3) Algumas pessoas certamente ficam estagnadas, e precisam de ajuda para sair deste vale... mas ainda estou por conhecer algu&amp;eacute;m que tenha, de fato, regredido. E, sinceramente, espero que nunca venha a conehcer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(4) Vem da express&amp;atilde;o j&amp;aacute; quase perdida &amp;quot;rebobinar a fita&amp;quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(5) Na minha experi&amp;ecirc;ncia, vez ou outra a pr&amp;oacute;pria vida se ocupa de fazer o rebobinamento parcial que tanto desejamos... nos dando a oportunidade de revisitar um caminho do passado. O resultado, ao menos para mim, foi bem diferente do que eu imaginava que seria... pois ao trilhar novamente um caminho, de posse de uma nova percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o, vemos muitas outras coisas que antes n&amp;atilde;o v&amp;iacute;amos, o que acaba por mudar completamente nossas decis&amp;otilde;es e julgamentos.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</content>
		<author>
			<name>Daniel Caetano</name>
			<uri>http://www.caetano.eng.br/pecado/</uri>
		</author>
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			<title type="html">PECADO</title>
			<subtitle type="html">Personal Catalogued Dossie</subtitle>
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			<updated>2010-03-08T00:00:10+00:00</updated>
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		<title type="html">Clube dos comedores compulsivos de batatinha frita</title>
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		<id>tag:blogger.com,1999:blog-12317162.post-2673074775547783085</id>
		<updated>2010-02-22T01:23:49+00:00</updated>
		<content type="html">Sabe quando passa de 1 da manha, voce pede uma batatinha frita no motel (to em SP a trabalho, e to no motel sozinho, nao se animem!!!), come ela todinha e nao se contenta???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:o(&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os comedores compulsivos de batatinha frita&lt;br /&gt;(em homenagem a minha amiga Shirleyzinha, que eu estou devendo uma batatinha frita, e adoro ela de montao)&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;img width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12317162-2673074775547783085?l=tabajara-labs.blogspot.com&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</content>
		<author>
			<name>Alexandre Souza - PU1BZZ</name>
			<email>noreply@blogger.com</email>
			<uri>http://tabajara-labs.blogspot.com/</uri>
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			<title type="html">O pior do meu mau humor</title>
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			<updated>2010-03-10T01:30:09+00:00</updated>
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		<title type="html">Paginas, sites e outros bichos.</title>
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		<updated>2010-02-21T21:25:08+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.caetano.eng.br/crashcomputer/pics/resolucao.jpg&quot; align=&quot;right&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;Ontem quando eu estava &quot;brigando&quot; com o sisteminha de enquetes, por um momento me passou um flash pela cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro site que fiz na minha vida, eu o desenhei atrelado a largura de 640 pixels, que era a resolução usada na maioria esmagadora dos computadores. Com o passar dos anos a resolução que chamarei de &quot;média&quot; foi aumentando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda revisão do tal site, o fiz com resolução meio-dinâmica, ainda atrelado ao minimo de 640 de largura e o máximo de 800 pixels.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ontem estava olhando um outro site que fiz, coisa mais recente. O fiz com tamanho totalmente dinâmico, ou seja, ele ocupa a largura total da janela disponível, seja qual for. Obviamente, existe uma largura minima para as coisas caberem na janela sem ocorrerem problemas de visualização. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente a largura média dos monitores esta ainda em 1024. Mas com a inundação dos monitores LCD Wide-Screen, essa realidade deve mudar muito em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu quero dizer com esse blábláblá todo? Simples, não me passa pela cabeça como tem ainda hoje em dia tem webdesigner que limita a largura a um valor fixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O UOL até pouco tempo atras era assim, sobrava uma bela de uma faixa na lateral direita, em branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vira e mexe eu tropeço em algum site ou blog que ainda usa essa técnica. Fica espremendo o conteúdo no lado esquerdo da tela, enquanto sobra um monte de espaço vazio a direita. Custa repensar o layout e deixar a largura dinâmica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Technorati Tags: &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/sites&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;sites&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/resolução&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;resolução&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://technorati.com/tag/webdesigner&quot; rel=&quot;tag&quot;&gt;webdesigner&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;img width=&quot;1&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2930141362664533686-5104320694258004306?l=www.caetano.eng.br%2Fcrashcomputer&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</content>
		<author>
			<name>Luciano</name>
			<email>noreply@blogger.com</email>
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			<title type="html">» Crash Computer!</title>
			<subtitle type="html">Falando de tudo e de todos, sem discriminação...</subtitle>
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			<updated>2010-03-07T10:00:14+00:00</updated>
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